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Phygital Solutions no Rock in Rio 2026: tecnologia, música e experiências criadas para virar memória

há 2 horas
4 min de leitura

O Rock in Rio 2026 foi palco de diferentes ativações desenvolvidas pela Phygital Solutions, conectando marcas e público por meio de experiências interativas, tecnologia aplicada e entregas pensadas para o ritmo do festival.


Em cada projeto, a tecnologia foi usada como meio para criar momentos fortes visualmente e memoráveis para quem passava pelos espaços.

Teve jogo rítmico com sensores, foto com inteligência artificial, reconhecimento facial, impressão em formatos especiais, Social Wall, Roaming Booth, Capture Booth e ativações pensadas para transformar interação em lembrança.


Philco: Beat Hero, ritmo e construção interna

Na ativação da Philco, junto da Agência Atenas, a Phygital Solutions desenvolveu o Beat Hero, uma experiência rítmica criada para colocar o público dentro da batida do festival

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A dinâmica convidava os participantes a acompanhar estímulos visuais e reproduzir sequências de batidas em timbaus iluminados, criando uma disputa em grupo que misturava música, energia e competição.



O grande diferencial estava na construção interna da ativação. Da lógica do jogo aos testes com sensores, luzes, respostas dos instrumentos e funcionamento da dinâmica, cada etapa foi desenvolvida pela Phygital para entregar uma experiência fluida, responsiva e conectada ao clima do Rock in Rio.


Mais do que um jogo de ritmo, o Beat Hero transformava o corpo em parte da performance. Cada batida virava resposta, cada acerto gerava ritmo e cada participação reforçava a presença da marca dentro de uma atmosfera musical.


Prudential: Capture Booth, papel picotado e Social Wall

No projeto da Prudential, junto com a Agência TV1, a Phygital Solutions desenvolveu uma experiência que unia música, inteligência artificial, foto impressa e exposição ao vivo no stand.


A jornada acontecia no Capture Booth, utilizando o totem Social Halo, equipamento da Phygital com ring light embutida, pensado para valorizar a captação e criar um registro com boa iluminação e impacto visual.

Antes da foto, o participante selecionava seu mood musical, entre presets inspirados em estilos como rock, funk, pop e outros ritmos conectados ao universo do festival. A partir dessa escolha, a inteligência artificial inseria a pessoa em um cenário personalizado, criando uma imagem única dentro do clima do Rock in Rio.



Um dos principais diferenciais estava na impressão. A foto era enviada para impressão em papel picotado, permitindo a entrega em duas unidades destacáveis.

Assim, o participante podia levar uma lembrança em dose dupla, guardar uma foto e compartilhar a outra. Além da entrega física, a experiência também ganhava visibilidade com a Social Wall, posicionada na frente do stand. As fotos geradas no Capture Booth apareciam para o público que circulava pelo festival, transformando os registros individuais em uma galeria viva da ativação.


Doritos: Capture Booth com reconhecimento facial

Na ativação de Doritos, junto com a agência Atenas, no Rock in Rio 2026, a Phygital Solutions desenvolveu um Capture Booth com reconhecimento facial, pensado para facilitar a identificação e o compartilhamento das fotos geradas durante o evento.


A experiência começava com a captura do participante no espaço da marca. Depois, por meio de um link, a pessoa conseguia acessar a plataforma, escanear o próprio rosto e localizar automaticamente as fotos em que aparecia.



Com isso, a jornada ganhava uma camada extra de praticidade: em vez de procurar manualmente entre centenas de registros, o público encontrava seu conteúdo a partir do reconhecimento facial.

Ao longo dos dias oficiais da ação, foram registradas 4.410 fotos e 6.047 rostos detectados, com média geral de 1,37 pessoas por foto.


Axia: movimento, luz e lembrança em tiras

Na ativação da Axia, junto com a Sherpa42, a Phygital Solutions desenvolveu duas experiências complementares para o público viver o Rock in Rio de forma espontânea e memorável.


A primeira foi um Roaming Booth com uma dinâmica diferente do formato tradicional. A experiência começava quando o participante colocava a mão sobre o totem. A luz acendia e dava início ao momento de captura. A partir daí, a pessoa podia dançar, vibrar, brincar e se expressar livremente, no clima de música e energia do festival.


O Roaming Booth foi pensado para capturar a espontaneidade do público. Não era apenas posar para uma câmera, mas viver um momento de movimento, liberdade e presença dentro do espaço da marca.



A segunda ativação foi um Capture Booth com impressão.

Nela, o público tirava três fotos sequenciais, criando uma composição no formato de tiras fotográficas. Depois da captura, as fotos eram impressas, cortadas e entregues ao participante como uma lembrança física da experiência.


Experiências diferentes, uma mesma lógica

Cada case tinha uma proposta própria, mas todos seguiam uma mesma direção: usar tecnologia para criar experiências que fizessem sentido dentro do ritmo do Rock in Rio.


Na Philco, o público entrava no jogo por meio da música e dos sensores.

Na Prudential, a foto virava cenário com IA, impressão picotada e Social Wall.

Na Doritos, o reconhecimento facial facilitava o acesso às fotos capturadas.

Na Axia, o movimento acionava luz, captura e lembrança em tiras.


Entre ritmo, imagem, impressão, reconhecimento facial, movimento e exposição ao vivo, as ativações mostraram como a tecnologia pode ampliar a presença das marcas dentro do festival sem tirar a naturalidade da experiência.


No fim, o que conecta todos os projetos é a capacidade de transformar participação em memória.

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